As duas ultimas semanas foram pródigas em matérias relacionadas ao meio ambiente por conta da enorme quantidade de chuva que caiu no país, mais significativamente no Rio de Janeiro. A chuva certamente não é a culpada pelas mortes e isso ficou muito bem explicitado na excelente cobertura feita pela Globo News tendo como repórter de campo Andre Trigueiro. A sensação era de estar assistindo a um tele-jornal como dos melhores no mundo. Não parecia cobertura jornalística brasileira por dois fatores principais: o repórter em questão tem bagagem suficiente para fazer uma cobertura critica e não se limitou a repetir o que esta ou aquela fonte disse. Mais do que isso, trouxe à tona dados relevantes do passado e do presente deixando claro a quem quisesse ouvir qual o motivo de tamanha catástrofe. Do outro lado, as perguntas dos ancoras também eram perguntas reais, que qualquer um faria. Sem censura. De resto, a chuva ocupou as manchetes dos jornais durante a ultima semana e trouxe imagens impressionantes mas deixou muito a desejar nas cobranças por soluções, refletindo a cultura local que moveu pessoas para atos de solidariedade instantânea mas não moveu para uma cobrança junto às autoridades.
Outro aspecto interessante neste período de aquecimento da campanha presidencial foi a citação rápida e breve de Jose Serra em relação às questões ambientais durante o lançamento de sua candidatura. Já o lançamento de Marina Silva teve pouquíssima repercussão na imprensa. Não dá para entender como alguém com o histórico de Marina não é visto pela imprensa como novidade ou uma alternativa diferenciada num cenário onde sempre os mesmos estão dando das cartas. A imprensa brasileira realmente tem um olhar viciado.
Ecowatch - Como imprensa brasileira trata as questões ambientais ? Os comentários são fruto do monitoramento semanal das noticias publicadas no Brasil e no exterior.
sábado, 10 de abril de 2010
Semana de 29 a 9 de abril de 2010
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Semana de 25 a 29 de janeiro de 2010
A imprensa brasileira comeu bola na cobertura do aumento do preço do álcool. As matérias falaram de tudo menos do risco de aumento da poluição e risco para a saúde dos habitantes, especialmente de grandes metrópoles. Esqueceu de fazer um paralelo entre o discurso do Lula na COP 15 e as atitudes dentro do Brasil que continuamente não privilegiam o meio ambiente quando se trata de decidir entre o viés econômico e o ambiental como se um tivesse que excluir o outro. Continuamos bonitos nos discursos mas muito feios na pratica.
Das noticias que menos repercutiram temos a noticia de que sete novos produtos brasileiros entram para a Arca do Gosto do Slow Food. São eles o berbigão, a cagaita, o cambuci, o licuri, a mangaba, a ostra de Cananéia e o pequi. A Arca do Gosto é um projeto do movimento internacional Slow Food que identifica, localiza e divulga sabores quase esquecidos de produtos ameaçados de extinção, mas ainda vivos, com potencial produtivo e comercial. O objetivo é documentar produtos gastronômicos especiais, que correm o risco de desaparecer. Desde o início da iniciativa, em 1996, mais de 750 produtos de dezenas de países foram integrados à Arca.
O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos, fundada em 1989, conjuga o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta. Hoje conta com mais de 100 mil associados espalhados em todo o mundo.
E finalmente uma noticia que pouco ou nada repercutiu foi o fato do Brasil ter perdido 27 posiçoes no ranking mundial de meio ambiente elaborado pelas Universidades de Yale e e Columbia nos EUA. O resultado coloca o Brasil atrás dos EUA, que ocupam o 61º lugar, com bom resultado em indicadores como qualidade de água potável, mas desempenho ruim na emissão de gases-estufa e poluentes.
China e Índia ocupam respectivamente o 121º e o 123º lugares.
Das noticias que menos repercutiram temos a noticia de que sete novos produtos brasileiros entram para a Arca do Gosto do Slow Food. São eles o berbigão, a cagaita, o cambuci, o licuri, a mangaba, a ostra de Cananéia e o pequi. A Arca do Gosto é um projeto do movimento internacional Slow Food que identifica, localiza e divulga sabores quase esquecidos de produtos ameaçados de extinção, mas ainda vivos, com potencial produtivo e comercial. O objetivo é documentar produtos gastronômicos especiais, que correm o risco de desaparecer. Desde o início da iniciativa, em 1996, mais de 750 produtos de dezenas de países foram integrados à Arca.
O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos, fundada em 1989, conjuga o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta. Hoje conta com mais de 100 mil associados espalhados em todo o mundo.
E finalmente uma noticia que pouco ou nada repercutiu foi o fato do Brasil ter perdido 27 posiçoes no ranking mundial de meio ambiente elaborado pelas Universidades de Yale e e Columbia nos EUA. O resultado coloca o Brasil atrás dos EUA, que ocupam o 61º lugar, com bom resultado em indicadores como qualidade de água potável, mas desempenho ruim na emissão de gases-estufa e poluentes.
China e Índia ocupam respectivamente o 121º e o 123º lugares.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Semana de 21 a 27 de janeiro de 2010
O pós Copenhague está sendo tratado pela mídia brasileira como todo escândalo, denuncia ou desastre. Passados 15/30 dias parece que aquele assunto não interessa mais, não faz mais parte da lupa dos jornalistas.
No entanto, nos bastidores há muita movimentação acontecendo mundialmente. Enganam-se aqueles que acham que as discussões ocorridas no Primeiro Mundo passaram e que agora tudo voltou ao normal como se nada fosse. O status quo não será mais o mesmo. Há muita discussão em curso, maturação dos acontecimentos e, muito em breve, veremos o assunto voltar à tona. Uma pena que a imprensa não esteja documentando a evolução das pressões e negociações.
Nos blogs destaco a discussão sobre a parceria da Conservation International com a Monsanto e a apresentação de resultados por parte de ambas do programa de recuperação do Cerrado e da Mata Atlântica que comemora um ano de vida.
Nos jornais e sites, o assunto mais falado foi pautado pelo governo, mais uma vez, a primeira termoelétrica do mundo com capacidade de produzir energia a partir do etanol e as negociações que recomeçaram depois do recesso das festas para tirar da estagnação o impasse de Copenhague.
Já no Google a mais publicada depois da renúncia da Ministra do Meio Ambiente da Venezuela foi o fato da Justiça Federal ter dado uma decisão favorável ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em três ações ajuizadas pelo Ministério Público Federal ligadas à construção das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia
No entanto, nos bastidores há muita movimentação acontecendo mundialmente. Enganam-se aqueles que acham que as discussões ocorridas no Primeiro Mundo passaram e que agora tudo voltou ao normal como se nada fosse. O status quo não será mais o mesmo. Há muita discussão em curso, maturação dos acontecimentos e, muito em breve, veremos o assunto voltar à tona. Uma pena que a imprensa não esteja documentando a evolução das pressões e negociações.
Nos blogs destaco a discussão sobre a parceria da Conservation International com a Monsanto e a apresentação de resultados por parte de ambas do programa de recuperação do Cerrado e da Mata Atlântica que comemora um ano de vida.
Nos jornais e sites, o assunto mais falado foi pautado pelo governo, mais uma vez, a primeira termoelétrica do mundo com capacidade de produzir energia a partir do etanol e as negociações que recomeçaram depois do recesso das festas para tirar da estagnação o impasse de Copenhague.
Já no Google a mais publicada depois da renúncia da Ministra do Meio Ambiente da Venezuela foi o fato da Justiça Federal ter dado uma decisão favorável ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em três ações ajuizadas pelo Ministério Público Federal ligadas à construção das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia
domingo, 13 de dezembro de 2009
COP 15 e o mundo na Web
Mesmo que as negociações emperrem e nada do que está esperado para acontecer,aconteça, a CoP15 será um marco na História da Humanidade.
É a primeira vez que um movimento formado pela sociedade civil se forma com consistência global tão intensa sobre um tema tão complexo como é o das mudanças climáticas.
E isso não começou agora. Há mais de 3 anos, a "coisa" começou a tomar corpo, devagar, estruturando-se com base nas redes sociais, sem discriminar nada ou ninguém.
O movimento foi tomando uma dimensão tal que hoje vemos nos vários canais da midia, fotos e filmes de demonstrações pelo mundo inteiro clamando pelo mesmo mote: QUEREMOS UM ACORDO PRÁ VALER, WE WANT A REAL DEAL.
Não há censura televisiva, impressa que contenha a avalanche de imagens que se espalhou pela web e que tende a crescer cada vez mais retroalimentando o movimento, a articulando as entidades da sociedade civil e pressionando de forma constante os representantes dos governos.
Este "dialogo" se dá de uma forma nova e ninguém tem experiencia para dizer ou vislumbrar o que acontecerá nos proximos meses a partir do que está acontecendo agora!
Será que as pressões terminarão após a CoP15 e haverá o refluxo dessas populações que voltarão frustradas e passivas para suas casas? O movimento continuará a evoluir e formará uma nova instancia de poder no mundo globalizado? Funcionará como um termometro, estabelecendo os limites toleráveis para a indiferença ou a burocracia dos governantes?
Quanto uma estratégia de lobby conseguirá ser eficaz dentro de um mundo que se comunica em segundos,livremente, trazendo à tona tantos matizes e informações ?
Uma coisa é certa: depois da CoP15 o mundo dos governantes não será o mesmo e a mídia também terá que repensar formas de trabalhar melhor pois as redes sociais estão reportando o que está acontecendo hoje há muito tempo, com todos os seus matizes.
Nosso jornalismo viciado, repercutindo noticias sempre com as mesmas fontes há mais de 30 anos terá que mudar. A necessidade de interagir de perto e rapidamente com a sociedade civil estruturada em pequenas células muda visivelmente o padrão atual.
A comunicação entre as pessoas, empresas, governos mudou. E esta mudança se reflete em gente na rua, gente tomando decisões, gente que quer uma melhor relevância no conteúdo para tomar decisões sobre sua vida.
É a primeira vez que um movimento formado pela sociedade civil se forma com consistência global tão intensa sobre um tema tão complexo como é o das mudanças climáticas.
E isso não começou agora. Há mais de 3 anos, a "coisa" começou a tomar corpo, devagar, estruturando-se com base nas redes sociais, sem discriminar nada ou ninguém.
O movimento foi tomando uma dimensão tal que hoje vemos nos vários canais da midia, fotos e filmes de demonstrações pelo mundo inteiro clamando pelo mesmo mote: QUEREMOS UM ACORDO PRÁ VALER, WE WANT A REAL DEAL.
Não há censura televisiva, impressa que contenha a avalanche de imagens que se espalhou pela web e que tende a crescer cada vez mais retroalimentando o movimento, a articulando as entidades da sociedade civil e pressionando de forma constante os representantes dos governos.
Este "dialogo" se dá de uma forma nova e ninguém tem experiencia para dizer ou vislumbrar o que acontecerá nos proximos meses a partir do que está acontecendo agora!
Será que as pressões terminarão após a CoP15 e haverá o refluxo dessas populações que voltarão frustradas e passivas para suas casas? O movimento continuará a evoluir e formará uma nova instancia de poder no mundo globalizado? Funcionará como um termometro, estabelecendo os limites toleráveis para a indiferença ou a burocracia dos governantes?
Quanto uma estratégia de lobby conseguirá ser eficaz dentro de um mundo que se comunica em segundos,livremente, trazendo à tona tantos matizes e informações ?
Uma coisa é certa: depois da CoP15 o mundo dos governantes não será o mesmo e a mídia também terá que repensar formas de trabalhar melhor pois as redes sociais estão reportando o que está acontecendo hoje há muito tempo, com todos os seus matizes.
Nosso jornalismo viciado, repercutindo noticias sempre com as mesmas fontes há mais de 30 anos terá que mudar. A necessidade de interagir de perto e rapidamente com a sociedade civil estruturada em pequenas células muda visivelmente o padrão atual.
A comunicação entre as pessoas, empresas, governos mudou. E esta mudança se reflete em gente na rua, gente tomando decisões, gente que quer uma melhor relevância no conteúdo para tomar decisões sobre sua vida.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Semana de 14 a 19 de outubro de 2009
A matéria que mais repercutiu nesta semana foi a de que oelhos estão sendo usados como matéria-prima para a produção de biocombustível para o aquecimento de casas na Suécia. São milhares de coelhos são queimados em uma usina de geração de energia na região central da Suécia. Os animais vem da capital sueca, Estocolmo .Um dos caçadores, Tommy Tuvunger, disse ao site da revista alemã "Spiegel" que seis mil coelhos foram mortos no ano passado. Neste ano, três mil já foram caçados.
A segunda mais publicada trata da reunião dos governadores da Amazônia Legal que decidiram desenvolver ações para incluir nos debates da 15ª Conferência do Clima (COP-15), que será realizada em dezembro, em Copenhague (Dinamarca), . Para os governadores, os pagamentos por serviços ambientais são cruciais para o financiamento de investimentos em infraestrutura, ciência e tecnologia, capacitação e apoio à produção. Com isso, eles esperam promover a transição do atual modelo econômico regional para uma economia sustentável, de baixo carbono e alto conteúdo tecnológico. O discurso ainda está focado na captação de benefícios e não no desenvolvimento de uma economia sustentável. E uma boa notícia é que finalmente
o governo vai anunciar ainda em outubro a retirada do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) sobre os produtos reciclados. Outra medida em estudo pelo governo é o incentivo a cooperativas de catadores por meio do pagamento de serviços ambientais urbanos. MInc informou que se trata de um mecanismo econômico que inclui mais gente na proteção. No caso dos catadores, é estabelecer um preço mínimo de sustentação para os produtos reciclados, de maneira a impedir que eles fiquem na miséria, como na crise que derrubou o preço dos produtos, comentou ele.
E a matéria que menos repercutiu trouxe a informação de que a União Europeia não quer garantir um corte de emissões de CO2 de 30% antes que outras nações se comprometam a fazer esforço equivalente. Países como Reino Unido, Bélgica, Holanda, Suécia e Dinamarca insistem que esse objetivo. Mais uma vez está criado o circulo vicioso de " vamos ver quem se mexe, prá que eu possa me mexer".
A segunda mais publicada trata da reunião dos governadores da Amazônia Legal que decidiram desenvolver ações para incluir nos debates da 15ª Conferência do Clima (COP-15), que será realizada em dezembro, em Copenhague (Dinamarca), . Para os governadores, os pagamentos por serviços ambientais são cruciais para o financiamento de investimentos em infraestrutura, ciência e tecnologia, capacitação e apoio à produção. Com isso, eles esperam promover a transição do atual modelo econômico regional para uma economia sustentável, de baixo carbono e alto conteúdo tecnológico. O discurso ainda está focado na captação de benefícios e não no desenvolvimento de uma economia sustentável. E uma boa notícia é que finalmente
o governo vai anunciar ainda em outubro a retirada do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) sobre os produtos reciclados. Outra medida em estudo pelo governo é o incentivo a cooperativas de catadores por meio do pagamento de serviços ambientais urbanos. MInc informou que se trata de um mecanismo econômico que inclui mais gente na proteção. No caso dos catadores, é estabelecer um preço mínimo de sustentação para os produtos reciclados, de maneira a impedir que eles fiquem na miséria, como na crise que derrubou o preço dos produtos, comentou ele.
E a matéria que menos repercutiu trouxe a informação de que a União Europeia não quer garantir um corte de emissões de CO2 de 30% antes que outras nações se comprometam a fazer esforço equivalente. Países como Reino Unido, Bélgica, Holanda, Suécia e Dinamarca insistem que esse objetivo. Mais uma vez está criado o circulo vicioso de " vamos ver quem se mexe, prá que eu possa me mexer".
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Semana de 5 a 12 de outubro de 2009
Nesta semana, de novo as mudanças climáticas deram o tom da maior parte das matérias publicadas sobre meio ambiente no Brasil. O assunto ganhou corpo e começa a ser o grande foco das abordagens agora.
América Latina é a única região do mundo que ainda tem um "superávit ecológico" e por isso deve articular as políticas adequadas para preservar seus recursos, de acordo com a apresentação, nesta segunda-feira, do livro "O Poder Ecológico das Nações".
Mathis Wackernagel comentou que o século XXI "nos está obrigando a ver que a verdadeira riqueza da terra não está no dinheiro, mas nos recursos ecológicos".
A publicação é resultado da colaboração entre a Fundação Acordo Equador e Fórum Cidades para a Vida, com o apoio da Secretaria-Geral da CAN e a Comissão Europeia, através do projeto SOCICAN (Ação com a Sociedade Civil para a Integração Andina), e Global Footprint Network
Noruega anunciou ontem em Bangcoc, na Tailândia, a meta mais ambiciosa de corte de emissões de gases que provocam o aquecimento global entre os países desenvolvidos.
O governo norueguês disse que reduzirá até 2020 suas emissões de gases-estufa em 40%, em relação ao nível de 1990.
A Petrobras, que acumula os títulos de maior empresa e maior poluidora do país, poderá quadruplicar seu volume de emissões de gases do efeito estufa quando forem colocados na ponta do lápis os impactos da extração de petróleo da camada do pré-sal informa O GLOBO. Cálculos preliminares da Fundação Getulio Vargas (FGV), de São Paulo, dão conta que as emissões podem passar de 51 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (COe) para 200 milhões de toneladas de COe.
América Latina é a única região do mundo que ainda tem um "superávit ecológico" e por isso deve articular as políticas adequadas para preservar seus recursos, de acordo com a apresentação, nesta segunda-feira, do livro "O Poder Ecológico das Nações".
Mathis Wackernagel comentou que o século XXI "nos está obrigando a ver que a verdadeira riqueza da terra não está no dinheiro, mas nos recursos ecológicos".
A publicação é resultado da colaboração entre a Fundação Acordo Equador e Fórum Cidades para a Vida, com o apoio da Secretaria-Geral da CAN e a Comissão Europeia, através do projeto SOCICAN (Ação com a Sociedade Civil para a Integração Andina), e Global Footprint Network
Noruega anunciou ontem em Bangcoc, na Tailândia, a meta mais ambiciosa de corte de emissões de gases que provocam o aquecimento global entre os países desenvolvidos.
O governo norueguês disse que reduzirá até 2020 suas emissões de gases-estufa em 40%, em relação ao nível de 1990.
A Petrobras, que acumula os títulos de maior empresa e maior poluidora do país, poderá quadruplicar seu volume de emissões de gases do efeito estufa quando forem colocados na ponta do lápis os impactos da extração de petróleo da camada do pré-sal informa O GLOBO. Cálculos preliminares da Fundação Getulio Vargas (FGV), de São Paulo, dão conta que as emissões podem passar de 51 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (COe) para 200 milhões de toneladas de COe.
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